A porta de entrada do método. A Acquisition coloca o tráfego pra rodar e traz lead — com rastreamento de verdade desde a primeira semana, pra ninguém mais perder o anúncio de vista no caminho até a cadeira.
Demanda entrando, com cada real de mídia ligado ao que de fato vira paciente.
As campanhas até sobem, mas ninguém liga o anúncio ao paciente que fechou — e sem essa linha, otimizar vira chute. A Acquisition resolve a base da operação: demanda entrando de forma consistente, com o rastreamento ligado desde o primeiro dia ao que importa de verdade — não ao clique, mas à cadeira.
A estruturação se faz uma vez e deixa a base de pé. O acompanhamento roda todo mês, mantendo a demanda viva e o investimento afiado.
A Acquisition é onde tudo começa: a base que os outros níveis herdam. Conforme a clínica avança, a operação ganha camadas — sem nunca perder o que veio antes.
Ser encontrado e gerar demanda.
O comercial vira operação — a clínica passa a saber o que converte.
A camada cirúrgica: fazer o paciente voltar e indicar.
A gente conecta a operação inteira — do anúncio à cadeira — a quatro mãos com o seu time.
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